Monday, July 7, 2008
Wednesday, June 25, 2008
EM OBRAS
próximos dias. Desculpas pelo incómodo.
Tuesday, June 24, 2008
ARRE, que tanto é muito pouco!
| ARRE, que tanto é muito pouco! Arre, que tanta besta é muito pouca gente! Arre, que o Portugal que se vê é só isto! Deixem ver o Portugal que não deixam ver! Deixem que se veja, que esse é que é Portugal! Ponto. Agora começa o Manifesto: Álvaro de Campos |
A FRASE DO DIA
devem ser mudados frequentemente
e pela mesma razão.»
Eça de Queiroz
Monday, June 23, 2008
É VERDADE SIM SENHOR ! …
Mostra-me de que lado está a tua indignação (RPS)
Um autocarro que transportou adeptos do FC Porto a Lisboa, para assistirem a um jogo de hóquei em patins com o Benfica, foi incendiado por mão criminosa. Há, pelo menos, fortes indícios disso.
Pouco se fala do acontecimento. Se fosse ao contrário, o assunto já teria aberto “n” telejornais. Já a comunicação social teria indagado, indignada, o ministro da Administração Interna, o da Justiça, o primeiro-ministro, a nova líder do PSD e até o dr. Portas, sempre tão sensível às questões da autoridade do Estado. O sr. procurador geral já teria nomeado, provavelmente, uma equipa especial de investigação. Quiçá dirigida pela procuradora Morgado. Ao contrário, seria algo gravíssimo. Muitos dos meus amigos estariam também indignadíssimos.
in ” http://fadofalado.blogspot.com/ “
ANEDOTA DO DIA
A Organista da Paroquia
A D. Josefina, organista numa igreja, tem 80 anos e é solteira. Era admirada por todos pela sua simpatia e doçura. Uma tarde, convidou o novo padre da igreja para ir lanchar a sua casa e ele ficou sentado no sofá, enquanto ela foi preparar um chá.
Olhando para cima do órgão, o jovem padre reparou numa jarra de vidro com água e, lá dentro, boiava um preservativo.
Quando a D. Josefina voltou com o chá e as torradas, o padre não resistiu a tirar a sua curiosidade perguntando o porquê de tal decoração em cima do órgão.
E responde ela apontando para a jarra: “Ah! refere-se a isto? Maravilhoso, não é? Há uns meses atrás, ia eu a passear pelo parque, quando encontrei este pacotinho no chão. As indicações diziam para colocar no órgão, manter húmido e que, assim, ficava prevenida contra todas as doenças. E sabe uma coisa? Este Inverno ainda não me constipei
Há palavras que nos beijam
| Há palavras que nos beijam Como se tivessem boca, Palavras de amor, de esperança, De imenso amor, de esperança louca. Palavras nuas que beijas De repente coloridas (O nome de quem se ama Palavras que nos transportam |
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ALEXANDRE O’ NEILL
ALEITAMENTO MATERNO
Vários estudos estabeleceram já uma relação entre o aleitamento materno e o desenvolvimento do cérebro, mas estes resultados, cujos trabalhos foram liderados por Michael Kramer, da Universidade McGill de Montreal, Canadá, constituem o maior estudo alguma vez realizado. Cerca de 14 mil crianças foram seguidas durante seis anos e meio em cerca de trinta hospitais e clínicas da Bielorrússia.
Metade das mães foi exposta a um programa que visava encorajar o aleitamento materno, tendo as outras continuado a receber o habitual acompanhamento pós-natal.
O estudo conclui que o aleitamento materno produz uma subida do Quociente Intelectual das crianças e uma melhoria do seu rendimento escolar, segundo informou a universidade McGill em comunicado. “O nosso estudo constitui a maior prova até hoje de que um aleitamento materno prolongado e exclusivo torna as crianças mais inteligentes” afirmou Kramet, professor de Pediatria, Epidemiologia e Bioestatística na Faculdade de Medicina da Universidade McGill.
Friday, June 20, 2008
Que música escutas tão atentamente
| Que música escutas tão atentamente que não dás por mim? Que bosque, ou rio, ou mar? Ou é dentro de ti que tudo canta ainda? Queria falar contigo, dizer-te apenas que estou aqui, mas tenho medo, medo que toda a música cesse e tu não possas mais olhar as rosas. Medo de quebrar o fio com que teces os dias sem memória. Com que palavras ou beijos ou lágrimas se acordam os mortos sem os ferir, sem os trazer a esta espuma negra onde corpos e corpos se repetem, parcimoniosamente, no meio de sombras? Deixa-te estar assim, ó cheia de doçura, sentada, olhando as rosas, e tão alheia que nem dás por mim.
Eugénio de Andrade |